Danyel Sak em 09.10.2008 diz:
Quando sugeri este tema para debate, me lembrei que, em geral, quando as pessoas comecam a trabalhar em criação, escolhem esta carreira porque gostam de criar, porque criam por prazer. Mas quando encontram uma folha (ou monitor de computador) em branco, comeca o receio. Mesmo assim, quem tem vontade, supera isso e torna-se um profissional. À medida que a pessoa tem mais tempo na profissão e a economia pede menos criatividade, podem ocorrer três coisas:
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Danyel Sak em 09.10.2008 diz:
(continuação) 1. Alguns começam a criar por obrigação, tornando a profissão chata e perdem o objetivo inicial (criar por prazer): a profissão torna-se um peso. 2. Outros só criam por prazer e tendo os seus trabalhos recusados, frustram-se e às vezes vivem só para uma vida de fantasmas.
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Danyel Sak em 09.10.2008 diz:
3. E alguns procuram jogar assim: fazem o melhor que podem no dia-a-dia, mas estão sempre na área, preparados para quando surgir a oportunidade de fazer um golaço. Eu jogo neste terceiro time.
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Danyel Sak em 09.10.2008 diz:
Fica a pergunta: até quando se pode (e se consegue) neste mercado, criar por prazer, mas um prazer que seja eficaz para o cliente (ou só por obrigação)? abs, Danyel Sak - diretor de criação CCZ - www.danyelfolio.blogspot.com
Fonte: http://www.ccpr.org.br/interna.php?pagina=debates&pag=1
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